Nós Somos...

Nós Somos...

Por todas as vidas que um dia conhecemos e de alguma forma ajudamos a Recuperar.Por todos aqueles que nos apóiam e sempre nos apoiaram de alguma forma, provando que também acreditam na Recuperação.Por todos amigos que fizemos, que estiveram e que ainda estão conosco nesta árdua caminhada.Por um mundo sem o flagelo de uma grande desgraça, que assola a humanidade nos dias de hoje e que se chama “DROGA”.Por todos aqueles que partiram sem vislumbrar a Luz da Recuperação.Por toda ESPERANÇA, todo AMOR e toda em um mundo LIMPO, onde prevalecerá a dignidade e o respeito pela vida.

Por Hoje... e Só por Hoje;

Somos a Raios de Sol; a mais de seis anos acreditando que Viver Vale a Pena!

segunda-feira, 30 de abril de 2012

UMA GRANDE SAUDADE!!! PRA RELAXAR...NÃO DEIXE DE LER!

Uma saudade!

Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé.
Geralmente, à noite.
Ninguém avisava nada, o costume era chegar de pára-quedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.
- Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.
E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos.
Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
- Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!
A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando- nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro... casa singela e acolhedora. A nossa também era assim.
Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras.
Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha - geralmente uma das filhas – e dizia:
- Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... tudo sobre a mesa.
Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga?

A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança...
Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam....
era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade...
Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida.
Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa..
A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos... até que sumissem no horizonte da noite.
O tempo passou e me formei em solidão.
Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail...
Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa.
Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:
- Vamos marcar uma saída!... - ninguém quer entrar mais.
Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades  enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.
Casas trancadas. Pra que abrir?
O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite...
Que saudade do compadre e da comadre!


AUTOR: José Antônio Oliveira de Resende, Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João del-Rei



NOSSOS IRMÃOS DE BAURU CONVIDAM!!!

OTIMISMO PARA SUA VIDA INTEIRA!

video

terça-feira, 24 de abril de 2012

OAB-SP e médicos defendem tolerância zero com a embriaguez ao volante



OAB defende criminalizar consumo de álcool na direção


A OAB de São Paulo e Associação Paulista de Medicina (APM) defenderam lei para criminalizar o consumo de álcool na direção no “Fórum Sobre Uso Abusivo do Álcool no Trânsito”, promovido pelas entidades nesta sexta-feira (13/4), na sede da APM. O debate se centrou sobre a tolerância zero com a embriaguez no volante, do ponto de vista da segurança e da saúde pública.
Os representantes da OAB-SP e da APM ressaltaram a importância do Projeto de Lei de Iniciativa Popular, para que o acidente de trânsito promovido por motorista embriagado, especialmente o homicídio, deixe de ser ilícito administrativo (multa) e passe a ser ilícito penal (crime). As entidades estão empenhadas em reunir um milhão de assinaturas para encaminharem o projeto ao Congresso Nacional, que já conta com 400 mil assinaturas.
O presidente da APM, Florisval Meinão, chamou a atenção para os índices da mistura de álcool e direção: estudo da Faculdade de Medicina da USP e IML apontou que 45% das vítimas fatais de acidentes de trânsito apresentavam álcool no sangue. Meinão defende que esse problema tenha mais fiscalização e punição, mudando a cultura tolerante ao consumo de álcool. “O motorista sempre acha que o álcool que ingeriu não influenciará na direção, o que não é verdade”, comenta.
O advogado Mauricio Januzzi, presidente da Comissão Especial de Estudos sobre o Sistema Viário da OAB-SP, criticou a decisão do Superior Tribunal de Justiça que ratificou que somente o bafômetro e o exame de sangue podem atestar a embriaguez do motorista, detectada pela concentração de álcool no sangue superior a 0,6 gramas por litro. ”Mas ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo, e a decisão acaba levando a Lei Seca a um impasse”, ressaltou o advogado.
Januzzi defende que o limite de álcool no sangue seja zero e a prova seja gerada pelo exame clínico, feita pelo médico, uma vez que o agente de trânsito e o policial não têm este tipo de formação. “O médico é autoridade pública e poderia aplicar um protocolo de perguntas e respostas para atestar a embriaguez, que ninguém poderia se negar a fazer. O motorista preso em flagrante jamais esquecerá essa experiência, mesmo que saia sob fiança”, diz Maurício.
O presidente da comissão da OAB também criticou o Projeto de Lei 5.607/2009, aprovado na Câmara na quarta-feira (11/4), que mantém o limite de seis decigramas de álcool por litro de sangue para caracterizar embriaguez dos motoristas. “Essa discussão pode levar 10 anos para chegar ao Supremo Tribunal Federal e ter uma decisão definitiva”, sentencia Mauricio. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB-SP.




sexta-feira, 20 de abril de 2012

APRENDA UM POUCO MAIS DA ARTE DE DIZER NÃO!

Dizer não parece simples, fácil e até mesmo arrogante. Contudo, para muitas pessoas é uma dificuldade dizer não.
Muitas vezes, dizer não é uma arte.
Como assim?
Você não precisa dizer não o tempo todo, mas escolher a situação correta para dizer não. Muitas vezes, o silêncio, optar por outra alternativa diz a mesma coisa que o não, sem que o não precise ser dito expressamente.
Infelizmente no Brasil temos o péssimo hábito de achar que dizer não é o fim de tudo, que tudo está perdido, que nada vai mudar, enfim, que o mundo acabou. Traços de um povo que gosta da teoria do coitadinho, ou seja, quem trabalha e vence na vida não pode ser honesto. Um absurdo a meu ver, mas seguimos com o raciocínio…
Quando vier um não na sua vida, pense, repense, tente achar o porque daquele não. Nem sempre estamos preparados para o sucesso. Nem sempre estamos preparados para coisas novas e claro, as vezes quem está tendo que oportunizar isto pode não estar preparado.
O mais importante disto: Um não, literalmente não significa que tudo acabou.
Significa que para aquela pessoa, naquele momento não é possível ou viável. Claro, como já cantou o kid abelha, muitas vezes dizer não quer dizer sim, mas isto é outra estória.
Um ponto muito importante ligado ao não está no fato de que muitas pessoas não sabem dizer não, quando deveriam efetivamente dizer não.
Dizer a verdade, dizer um não quando realmente não pode fazer um trabalho, dizer um não quando aquela tarefa irá atrapalhar tudo que você está fazendo pode ser a melhor alternativa e um sinal de maturidade profissional.
O não deve ser visto como simplesmente e unicamente um não.
Dizer não, não quer dizer que você não gosta daquela pessoa, que esta pessoa não presta, que o trabalho dela é mais ou menos importante que o seu, que o mundo vai acabar. Quer apenas dizer: não.
Muitas pessoas não pensam assim e levam um não as últimas consequências, tentam encontrar agulhas em palheiro como se isto fosse fazer do não um sim. Mas, não vai.
O não é um não porque deve ser um não. Aliás, um não pode e é muito educativo. Nos leva sempre a uma reflexão acompanhada de um porque. É uma excelente oportunidade de ver o mundo de forma diferente e mais, de concluir se realmente o não foi algo que vale a pena para o seu crescimento ou se quem o disse ainda não está preparado para dizê-lo.
O não é uma arte, não é mesmo? Ou você não acha?

EXTRAIDO DO SITE: 
                                                 Maior site de empregos da área bancária e financeira


HOSPITAL CRIA ATENDIMENTO ESPECIAL PARA JOVEM EMBRIAGADO








Albert Einstein cria serviço devido ao aumento do número de adolescentes que chegam ao PS com problemas






O sinal de alerta soou no pronto-socorro de pediatria do Hospital Albert Einstein, no Morumbi, Zona Oeste. Há cerca de um ano, os pediatras de plantão passaram a ser chamados para atender adolescentes na emergência, principalmente às sextas e sábados. O problema : consumo excessivo de álcool. Muitos meninos e meninas chegam inconscientes. Alguns, em coma, correm o risco de vida. 
Embora não exista estatísticas precisas, especialistas dizem que o aumento do consumo de álcool por adolescentes não se restringe a São Paulo. 
No Albert Einstein, todos os pacientes com 16 anos ou menos que dão entrada pelo PS são encaminhados à pediatria que, a partir de abril/2012, tem um protocolo especial de atendimento. Os cuidados não são apenas clínicos. Os pais são orientados sobre os riscos do consumo de álcool na adolescência. Nos casos mais graves, o jovem obrigatoriamente é avaliado por psiquiatras e psicólogos do Núcleo de Álcool e Drogas do Hospital. 
"Os pediatras perceberam que se tornou comum pacientes alcoolizados em idade muito precoce, com 13 ou 14 anos. Há casos de crianças com 12 anos. Eles chegam com intoxicação grave. Isso nos preocupa muito. É preciso detectar o que esta acontecendo", afirma a psiquiatra Alessandra Maria Julião, do Núcleo de Álcool e Drogas. 
Festas / O problema é reflexo do que acontece nas ruas. Baladas atraem jovens para festas onde a bebida alcoólica é o chamariz. Sempre em grupo, eles são influenciados por amigos a deixar o refrigerante e consumir o álcool incluído no preço. 
Na segunda quinzena de março, um adolescente de 16 anos foi a uma boate com amigos. Após ir ao banheiro, retornou à pista e, ao ver um rapaz de costas, avançou sobre ele, dando-lhe socos na cabeça. Os amigos do rapaz passaram a bater no adolescente e outros entraram na briga. Após o episódio, o garoto agressor foi levado  pelos pais ao consultório do psiquiatra Arthur Guerra de Andrade, especialista em dependência química, professor da USP e presidente do CISA (Centro de Informação sobre Saúde e Álcool).
O médico perguntou o que tinha acontecido. "Ele (o agressor) disse que nunca tinha vista o outro antes: 'Veio a vontade e fiz', conta Andrade. O especialista não identificou qualquer distúrbio grave no adolescente. O que lhe chamou a atenção foi que, naquela noite, ele havia ingerido muitas latas de cerveja. 
Para o médico, o rapaz se encaixa no "padrão binge", caracterizado pelo consumo excessivo de álcool em curto espaço de tempo: cinco doses - ou cinco latinhas, considerando idade e peso - num período de duas horas. Para as mulheres. o "binge" ocorre a partir de quatro doses. Todos são unânimes em afirmar que, nas baladas, há bebida alcoólica de sobra, a despeito das proibições previstas em lei. "É um novo modelo de juventude, com muita liberdade para o álcool e o sexo", diz Andrade. 









NOSSA OPINIÃO: BEBIDA ALCOOLICA É UMA DAS PRINCIPAIS PORTAS DE ENTRADA PARA AS DROGAS ILÍCITAS!

quarta-feira, 18 de abril de 2012

RAIOS DE SOL NO MAIS VOCÊ(Programa de Ana Maria Braga-Rede Globo) em 09/02/2012

PRA VOCÊ QUE NÃO HAVIA ASSISTIDO ANTES, (veja como a história começou) AQUI ESTÁ NA ÍNTEGRA A MATÉRIA DA PRIMEIRA PARTICIPAÇÃO DA RAIOS DE SOL NO PROGRAMA "MAIS VOCÊ". E NA SEQUÊNCIA VOCÊ CONFERE A MATÉRIA DO DIA 17 DE FEVEREIRO.     
Nesta Quinta-Feira passada, dia 09 de Fevereiro, os terapeutas Francisco e Irineu ambos da Raios de Sol estiveram com Ana Maria Braga no programa "Mais Você" da Rede Globo, com a missão de prestar auxílio a tentativa de Resgate de mais uma vida que se encontrava também as sombras da maldição chamada "!DROGA".
          A história de vida deste Companheiro que agora se encontra na Raios de Sol para, sob as bençãos de Deus, descobrir que "Viver Vale a Pena", você poderá saber acessando o link neste "post", onde também poderá assistir, na íntegra, o vídeo da participação da Raios de Sol neste episódio. Salientamos que o vídeo referido não foi postado aqui em nosso Blog por questões legais de Direitos Autorais, uma vez que a Autoria  e Direitos são de exclusividade da Rede Globo de Televisão. 
          Finalizando, queremos tornar público nossos sinceros agradecimentos a Rede Globo de Televisão nas pessoas de Ana Maria Braga e seu Repórter Felipe, assim como a toda Produção do Programa "Mais Você", pela oportunidade e confiança na Raios de Sol, nos permitindo participar mais uma vez de uma comovente história de vida. 
          Aproveitamos também para expressar aqui nossos profundos agradecimentos ao "Poder Superior" pela "divina" oportunidade da Raios de Sol poder abrir seus braços novamente para acolher mais um Companheiro; e pedir que nos dê forças cada vez mais para que permaneçamos engajados na guerra contra o "mal do século XXI", levando sempre nossa singela mensagem de que "Viver Vale a Pena"! 
Só por Hoje; muito Obrigado!

Dê um "click" no Link abaixo para o vídeo da Reportagem Completa.

RAIOS DE SOL NO MAIS VOCÊ(Programa de Ana Maria Braga-Rede Globo) em 17/04/2012

Uma história de superação: a segunda chance de Radge, um ex-viciado em crack
O programa traz de volta a história de Radge e Railane, um casal que era viciado em crack. Após acompanhar a luta dos dois para largar o vício, o Mais Você desta terça-feira, 17 de abril, conversou com Radge para contar o que aconteceu. Ele precisou ser resgatado novamente depois de voltar para as ruas por causa do alcoolismo. Radge apresenta um problema na vista, também causado pelo abuso do álcool. O oftamologista Mário Motta, presidente da Sociedade Brasileira de Oftamologia, explicou melhor esse efeito do álcool com a visão: "O mais comum é o álcool causar uma deficiência de vitaminas do complexo B e isso é capaz de atrofiar o nervo ótico”.

Programa mostra vidas e sonhos devastados pelo crack
Os principais sintomas de quem sofre dessa ambliopia tóxica são a perda de visão central e alteração na percepção de cores. Uma forma de tratar o problema é com o reforço da vitamina B12, o qual pode ser revertido se a pessoa parar de beber e fumar. Na clínica em que Radge se encontra, os colegas de internação demonstram admiração. “É uma luta difícil, é um rapaz muito bom, quando cheguei aqui não tinha uma pasta de dente e ele dividiu tudo o que ele tinha comigo”, contou um companheiro de clínica do ex-morador de rua.

Siga o @MaisVoce_Globo

Dê um "click" no Link abaixo para o vídeo da Reportagem Completa.

RAIOS DE SOL NO MAIS VOCÊ(Programa de Ana Maria Braga-Rede Globo) em 09/02/2012

PRA VOCÊ QUE NÃO HAVIA ASSISTIDO ANTES, AQUI ESTÁ NA ÍNTEGRA A MATÉRIA DA PRIMEIRA PARTICIPAÇÃO DA RAIOS DE SOL NO PROGRAMA "MAIS VOCÊ". E NA SEQUÊNCIA VOCÊ CONFERE A MATÉRIA DO 17 DE FEVEREIRO.
          
Nesta Quinta-Feira passada, dia 09 de Fevereiro, os terapeutas Francisco e Irineu ambos da Raios de Sol estiveram com Ana Maria Braga no programa "Mais Você" da Rede Globo, com a missão de prestar auxílio a tentativa de Resgate de mais uma vida que se encontrava também as sombras da maldição chamada "!DROGA".
          A história de vida deste Companheiro que agora se encontra na Raios de Sol para, sob as bençãos de Deus, descobrir que "Viver Vale a Pena", você poderá saber acessando o link neste "post", onde também poderá assistir, na íntegra, o vídeo da participação da Raios de Sol neste episódio. Salientamos que o vídeo referido não foi postado aqui em nosso Blog por questões legais de Direitos Autorais, uma vez que a Autoria  e Direitos são de exclusividade da Rede Globo de Televisão. 
          Finalizando, queremos tornar público nossos sinceros agradecimentos a Rede Globo de Televisão nas pessoas de Ana Maria Braga e seu Repórter Felipe, assim como a toda Produção do Programa "Mais Você", pela oportunidade e confiança na Raios de Sol, nos permitindo participar mais uma vez de uma comovente história de vida. 
          Aproveitamos também para expressar aqui nossos profundos agradecimentos ao "Poder Superior" pela "divina" oportunidade da Raios de Sol poder abrir seus braços novamente para acolher mais um Companheiro; e pedir que nos dê forças cada vez mais para que permaneçamos engajados na guerra contra o "mal do século XXI", levando sempre nossa singela mensagem de que "Viver Vale a Pena"! 
Só por Hoje; muito Obrigado!

Dê um "click" no Link abaixo para o vídeo da Reportagem Completa.

terça-feira, 17 de abril de 2012

OPINIÃO: A quem interessa a liberalização do uso das drogas

A quem interessa a liberalização do uso das drogas

A quem realmente interessa a liberalização do uso de drogas no Brasil? Está tem sido a pergunta que a equipe da Visão Brasil vem fazendo, antes que aconteça tal liberalização sem o consentimento da população.
O então Ministro da Justiça José Eduardo Martins Cardoso vinha dando entrevistas a grandes veículos de comunicação colocando a tona a possibilidade de debater com a sociedade a liberalização do uso de mais drogas no Brasil.
Envolvendo o assunto das drogas como se fosse um tipo de descriminalização, colocou o tema em discussão com jornalistas há algum tempo atrás, a fim de falar sua posição e chamar a atenção da sociedade para um tema tão complexo como esse, cujo momento, não é apropriado.
José Eduardo Martins Cardoso em vez de focar em planejamentos estratégicos para combater organizações que invadem espaços territoriais como, por exemplo, as narco-guerrilhas da Colômbia que tem bases em outros territórios, o Ministro em sua gestão, também deixou esta e outras organizações se estabelecerem dentro do país, e não fez nada para inibir o crescimento delas.
Órgãos públicos do país estão promovendo certo ambiente para este tipo de debate. Assim como o México, Colômbia, Jamaica e outros países do cenário mundial, o Brasil também vive uma guerra civil declarada onde o crime e o narcotráfico estão ganhando essa guerra com um placar de10 a 0.
O governo Estadual e Federal comemorou recentemente a retomada de um complexo de favelas no estado do Rio de Janeiro fazendo soar trombetas e divulgando constantemente em noticiários sensacionalistas, a fim de recuperar não só o território físico, mas também a imagem do governo que há décadas, está degradada e sem moral perante a sociedade.
Só no estado do Rio de Janeiro existem mais de 1000 favelas e o controle delas está nas mãos das facções criminosas periféricas que se desenvolveram dentro delas com suas atuações.
O fato é que: ao legalizar as drogas ilícitas no Brasil, começara uma nova guerra não só entre as facções rivais, mas também entre os novos interessados pelos bilionários lucros que as drogas dão ao crime organizado periférico, e as narco-guerrilhas.
Indústrias químicas, de cigarros, governos, entre outros, tentarão de qualquer forma monopolizar criando leis e regras rígidas para tentar tomar esse bilionário mercado de drogas que abastece o mundo. Por outro lado, organizações criminosas virão em combate para defender seu mercado bilionário que há décadas esta sobre o seu controle.
Poderá haver uma possível união das facções a fim de neutralizar os planos de organizações “legais” caso haja intenção por parte das mesmas o monopólio desse mercado bilionário.
O governo gastou algum tempo atrás, aproximadamente R$ 600 milhões com plebiscito contra o armamento, não há espaço para mais gastos do dinheiro público com plebiscitos que não trará nenhum tipo de benefício para a sociedade, e sim para meia dúzia de empresas, e ao governo que através de tributos ganharia em cima da desgraça da sociedade.
E quanto aos milhares de jovens e crianças que morreram ou estão encarcerados por tentar defender os comércios ilícitos que até então os pertenciam ou pertencem, será que eles teriam parte como acionista dessas empresas químicas ou de tabacos que investirão pesado para se tornarem donas desse mercado bilionário?
O governo prestará auxilio aos dependentes químicos ou de fumo há que vierem buscar socorro para se libertarem desses vícios?
Caso as empresas químicas e de tabacos apenas industrializar e distribuir, e não se interessarem nos pontos de vendas, como serão as relações entre comerciantes legais X traficantes, no que diz respeito aos seus pontos comerciais já existentes, e que, sempre defenderam seus comércios lutando contra tudo e todos?
Haveria um ponto de equilíbrio por parte do crime organizado periférico, no que diz respeito a novos concorrentes desarmados?
São perguntas sem respostas e muito complexas para um país atrasado e sem desenvolvimento social, cuja educação fica aquém do que precisaríamos para promover um debate tão ridículo e sem nexo com esse, neste exato momento, perto de tantas necessidades que o país precisa para melhorar a qualidade de vida de seus habitantes, inclusive áreas como o sistema de saúde e segurança pública que são vergonhosos e precários.
Fernando Gabeira, favorável ao uso das drogas há vários anos, disse que o assunto está até atrasado quanto à legalização do uso de entorpecentes. Ele propõe que: havendo uma reforma da política envolvendo a policia, teria como liberar o uso das drogas.
Devido uma expressiva aprovação majoritária de deputados, ele entende que é possível desenvolver a liberalização das drogas no país. Ele chegou a envolver o nome da população no que diz respeito à aprovação do uso.
Usando o exemplo da Holanda, ele tenta explicar que isso daria menos impulso ao comércio de drogas no país. Sobre drogas já liberalizadas, ele cita os exemplos do tabaco e do álcool, só esqueceu-se de comentar quantas mortes os dois já causaram e quanto tem custado para os cofres públicos o tratamento destas drogas legalizadas.
Grandes nomes da política brasileira defendem há décadas o uso do que eles já consumiram, ou são consumidores, aos pouco, o governo brasileiro começa a desenhar a liberalização de mais drogas através desses representantes públicos, com a ajuda de fantoches da música e da classe artística, a tendência é fortalecer o assunto até o debate soar como algo natural entre os assuntos de extrema importância para a sociedade.
O Governo, as grandes indústrias de tabacos, países plantadores e produtores da folha de coca e de maconha, e as narco-guerrilhas serão os grandes beneficiados com a liberalização do uso de mais drogas no Brasil.
Os tributos com as drogas será fato, organizações criminosas periféricas, e de sistemas carcerários, perderam o controle total e suas hegemonias sobre essas mercadorias comercializadas, tudo isso, é questão de tempo, alias, tudo em nome do dinheiro e dos tempos modernos.
Deveria haver temas para combater o mal pela raiz, e não para liberá-las.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

INFORMAÇÃO: A CIÊNCIA NA LUTA.

Nova técnica pode ajudar dependentes químicos a evitar recaídas

Método expõe os dependentes a fatores que reavivam a memória relacionada ao uso de droga até que eles deixem de ser sensíveis a eles

Dependência química: pesquisadores identificam maneira de diminuir chances de recaídas
Dependência química: pesquisadores identificam maneira de diminuir chances de recaídas (Thinkstock)
Pesquisadores da Universidade de Pequim, na China, e do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos identificaram uma nova estratégia para ajudar dependentes químicos que se encontram em abstinência a evitar recaídas. A abordagem da equipe consiste em expor repetidamente os dependentes a fatores como cheiros ou sons que os façam lembrar-se da sensação provocada pela droga até que eles se tornem menos sensíveis aos estímulos. Os resultados da experiência foram publicados nesta quinta-feira na revista Science.

Opinião do especialista

Ivan Mario Braunmédico do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas e autor do livro Drogas – Perguntas e Respostas (MG Editores)

"Esse estudo tem vários aspectos novos. Um deles é mostrar que o método de extinção pode ser eficaz para dependentes químicos dependendo do momento em que é feito. Além disso, revela alterações farmacológicas nos animais mesmo sem o uso de medicamentos.
É uma pesquisa muito importante, primeiramente pois foi divulgada em uma revista renomada como a Science. Depois, pelo fato de mostrar na prática o que já era esperado por estudos anteriores em relação ao tema.
No entanto, é importante destacar que, embora o resultado tenha sido positivo, foi restrito. Ou seja, não eliminou a vontade do indivíduo de voltar a usar a droga, mas sim diminuiu o risco de recaídas.
Além disso, não é um método que poderá ser utilizado na prática a partir de agora, por exemplo, mas com certeza fornece uma pista para novos tratamentos de pacientes com dependência química."
A pesquisa encontrou uma maneira de fazer com que o procedimento de extinção, utilizado para tratar alguns problemas psicológicos, fosse eficaz para ajudar dependentes químicos. Esse método elimina uma resposta que já está estabelecida no cérebro de alguém. Por exemplo, uma pessoa que teve stress pós-traumático devido a um assalto na rua e que fica com medo de sair de casa pode reverter esse problema se expondo a essa situação aos poucos, primeiro acompanhada de uma pessoa para, depois, conseguir sair sozinha.
Esse procedimento, no entanto, não se mostrou, até agora, tão eficaz em tratar pessoas que enfrentam problemas com drogas quanto se mostrou em ajudar pessoas com fobias, por exemplo. Isso se explica pelo fato de dependentes químicos apresentarem uma reconsolidação de memória depois do procedimento, ou seja, voltam ao comportamento antigo mesmo após serem expostos a um método como esse.
A pesquisa — Para chegar aos resultados positivos, os cientistas realizaram experimentos em ratos que foram induzidos à dependência química e também em humanos que eram dependentes de heroína e haviam sido submetidos a uma desintoxicação. Primeiro, eles foram brevemente expostos a um contexto que estivesse relacionado com o uso de drogas e, após dez minutos ou uma hora desse procedimento, os cientistas expuseram durante mais tempo os animais e os humanos a sons, imagens, objetos e cheiros que os remetessem ao uso da droga e os fizessem sentir vontade de consumi-la — o que chamaram de reavivamento da memória.
Os animais e os participantes que passaram pelo processo completo ficaram menos propensos a ter recaídas do que aqueles que receberam apenas o primeiro estímulo. Segundo os autores do estudo, a repetição dos estímulos faz com que animais e humanos se tornem menos sensíveis a eles. Isso só foi possível porque, até uma hora depois do primeiro método, não há reavivamento da memória antiga. Quando a mesma experiência foi feita com um intervalo de seis horas, os efeitos positivos não se repetiram. Os pesquisadores também observaram alterações químicas no cérebro dos ratos após a experiência, embora não tenha sido administrado uso de nenhum medicamento.
FONTE:  http://veja.abril.com.br