Nós Somos...

Nós Somos...

Por todas as vidas que um dia conhecemos e de alguma forma ajudamos a Recuperar.Por todos aqueles que nos apoiam e sempre nos apoiaram de alguma forma, provando que também acreditam na Recuperação.Por todos amigos que fizemos, que estiveram e que ainda estão conosco nesta árdua caminhada.Por um mundo sem o flagelo de uma grande infelicidade, que assola a humanidade nos dias de hoje e que se chama “DROGA”.Por todos aqueles que partiram sem vislumbrar a Luz da Recuperação.Por toda ESPERANÇA, todo AMOR e toda em um mundo LIMPO, onde prevalecerá a dignidade e o respeito pela vida.

Por Hoje... e Só por Hoje;

Somos a Raios de Sol; sempre acreditando que Viver, Vale a Pena!

sexta-feira, 5 de setembro de 2014


DEPENDÊNCIA QUÍMICA
SEUS CANDIDATOS TEM PROPOSTAS?


Dos candidatos que concorrem nesta Eleição 2014, os que estão aptos a serem eleitos, segundo fonte do TSE, 10 concorrem a Presidente; conseqüentemente são 10 candidatos a Vice.  Para Governador em todos os estados incluindo DF, são 168. Para Senador são 169; para Deputado Federal temos 6.141 candidatos; para Deputado Estadual são 14.890 concorrentes; e por fim, para Deputado Distrital concorrem 938.
Bem, candidatos espalhados pelo Brasil têm de todos os tipos, com todas e quaisquer espécies de propostas ou projetos.
Agora, dentro das propostas e promessas de praxe, como melhorias na Saúde, Emprego, Habitação, Educação, ou até mesmo aquelas que você Eleitor, anseia ou sonha; se você já escolheu seu candidato, você observou se este tem alguma proposta ou projeto concreto que envolva a DEPENDÊNCIA QUÍMICA, DROGAS, ALCOOLISMO, OU TRATAMENTO PARA A DOENÇA QUE ESTÁ ASSOLANDO A HUMANIDADE?
Tenho observado campanhas, acompanhado debates, e assistido algumas vezes o horário eleitoral na TV; e não vi nenhum candidato, nenhum dos pretendentes aos cargos citados acima, sequer mencionar problemas com drogas; a não ser em citações de melhorias da Segurança com relação para combate ao tráfico.
Cabe a nós cobrarmos antes; porque, o normal depois da Eleição é você, fatalmente, não vê-lo nunca mais; pelo menos por quatro longos anos.
Escolha bem sim, seus candidatos, e se tiver oportunidade de conversar antes com um deles, faça este lembrete, cobre alguma espécie de atenção à doença da Dependência Química e tudo mais que a envolva.
Mesmo que você não tenha este tipo de problema, ou nunca tenha tido nenhum envolvimento, lembre-se de quem tem e sofre com a doença.
Com certeza isto fará o bem, não só ao adicto que sofre; mas, a todo mundo; principalmente ao seu coração!
TEXTO: Etc... Nery-Radialista (Brasileiro; voluntário na "guerra" contra a doença)

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

MACONHA, DROGA SIM, E UMA DAS MAIS PERIGOSAS!

Maconha, entre nós: 1,5 milhão usam todo dia

Maurício Martins 

Mais de 1 milhão e 500 mil brasileiros, incluindo adolescentes, consomem maconha todos os dias. Já o uso da droga pelo menos uma vez, nos últimos 12 meses, é admitido por 3,4 milhões de adultos e 470 mil adolescentes entre 14 e 16 anos. Chega a oito milhões o número de pessoas entre 18 e 59 anos que experimentaram a droga alguma vez na vida, ou 7% de toda a população brasileira.

Os dados fazem parte do II Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) no início do ano e divulgado ontem em São Paulo. Foi a primeira amostra detalhada sobre usuários de drogas no País, seguindo padrões internacionais. Em 2006 a Unifesp fez outra pesquisa, menos abrangente.

Segundo o estudo, o primeiro contato com a maconha acontece principalmente antes dos 18 anos, segundo respostas dadas por 62% dos entrevistados em todo o Brasil, inclusive nas cidades da Baixada Santista.

Para o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, professor da Unifesp e um dos coordenadores do levantamento, a mudança da Lei em 2006, despenalizando o consumo de drogas, favoreceu o aumento do vício entre os adolescentes.

“As pessoas que têm transtornos decorrentes do uso de maconha são exatamente aquelas que começam a usar antes dos 18 anos, quando o cérebro está se organizando. Estudos mostram que 10% dos adolescentes que começam a usar com 14 ou 15 anos vão ter surtos psicóticos. Estamos falando de 50 mil adolescentes; olha o tamanho disso”, alerta Laranjeira, um dos maiores especialistas brasileiros no assunto.

Segundo o psiquiatra, a maconha é a única droga capaz de desencadear esquizofrenia, talvez a pior doença psiquiátrica. A proporção de adolescentes usuários é de 1.4 para cada adulto.

Dependência

A pesquisa comprovou que a dependência de maconha é bastante comum entre os usuários do entorpecente. Cerca de um terço dos adultos que usa fica viciado na droga. O dado parece mais claro com uma análise nos aspectos comportamentais avaliados: Cerca de um terço dos usuários adultos já tentou parar alguma vez e não conseguiu; 27% já tiveram sintomas de abstinência quando quiseram interromper o consumo da droga; 41% classificaram o uso como foram de controle.

“Não é um comportamento sem consequências”, avalia o professor da Unifesp.

Legalização

A maioria da população pesquisada não concorda com a legalização da maconha: 75%. Apenas 11% são a favor e 14% não têm opinião formada sobre o tema.

“A solução não é colocar o usuário de maconha na prisão, ninguém nunca defendeu isso. Mas é preciso uma certa intolerância com o consumo. Ou vamos para esse caminho ou para o caminho dos países que toleram o uso, e o consumo aumenta. A minoria defende a legalização. É essa minoria que vai pautar o que queremos para a sociedade?”, questiona Laranjeira.

Outros países

O índice de uso da droga no Brasil no último ano foi de 3%. O total parece pouco, mas segundo os responsáveis pela pesquisa, em números absolutos, é a mesma quantidade encontrada em países com maior prevalência do uso. No Canadá o índice sobe para 14%, nos Estados Unidos fica em 10%. Já o Japão tem apenas 0,20%.

A pesquisa

O Lenad foi realizado pelo Instituto Nacional de Políticas Públicas do Álcool e Outras Drogas da Unifesp, financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e executado pela Ipsos Public Affairs. Foi concluído em março deste ano, com 4.607 entrevistas em 149 municípios. A amostragem, chamada de probabilística, é representativa de toda a população brasileira. 

Os entrevistados, de 14 anos ou mais de idade, responderam sigilosamente um questionário padronizado com mais de 800 perguntas que avaliaram o padrão de uso de álcool, tabaco e drogas ilícitas, bem como fatores associados, como depressão, qualidade de vida, saúde física, violência infantil e domestica entre outros. Por enquanto, apenas os dados específicos sobre o perfil do usuário de maconha foram divulgados. O estudo custou pouco mais de R$ 1 milhão.


sábado, 28 de julho de 2012

Alcoolismo na Terceira Idade

por Dra. Larriany Giglio


A prevalência de transtornos relacionados ao uso de álcool entre idosos é maior do que se imaginava. Dados recentes revelam que o problema não costuma ser diagnosticado na terceira idade devido aos sintomas do alcoolismo serem atribuídos a outras doenças crônicas como demência e depressão ou, muitas vezes, ao próprio envelhecimento. 

Em um país em que a população está vivendo 25 anos a mais, comparado à década de 60, é este o momento certo para abrir uma discussão sobre o assunto. Transtornos relacionados ao álcool são comuns entre idosos e são muitas vezes subdiagnosticados, uma vez que os instrumentos de rastreamento mais utilizados e os critérios de diagnósticos atuais são voltados para pessoas mais jovens, e ainda, devido ao pouco preparo dos profissionais de saúde em abordar o problema nesta faixa etária. Sendo assim, ignoram evidências e questionamentos que ajudam a diagnosticar a dependência e, quando percebem o abuso do álcool, tratam como tolerável e não encaminham o paciente ao tratamento adequado.

Parece pouco, mas os efeitos da bebida nessa faixa etária também são graves: o fígado exibe redução da metabolização, o tubo digestivo diminui a capacidade de absorção, o estômago reduz a absorção de vitamina B12 e o pâncreas torna-se mais propenso aos quadros de pancreatites aguda e crônica. A polifarmácia e a utilização de medicamentos de venda livre aparecem como outros complicadores, podendo inclusive resultar em morte por associação de substâncias, como benzodiazepínicos e álcool.

O que leva os idosos a serem mais vulneráveis ao uso de álcool do que os jovens são os riscos maiores de efeitos adversos que eles apresentam, mesmo consumindo em doses baixas. É lamentável que o problema seja pouco avaliado e conhecido. A gravidade das alterações comportamentais e físicas torna extremamente importante a realização de estudos que compreendam esta faixa etária para que se possa conhecer a real extensão do problema por meio de medidas preventivas específicas e tratamento adequado.

FONTE : http://vencendo-o-alcoolismo.blogspot.com.br